Safári na África: um diário de bordo

Para esse post, eu preparei um relato detalhado sobre a experiência maravilhosa que tivemos no Quênia. Vem comigo!

As primeiras (e melhores!) impressões

Saímos de Nairóbi pela manhã e ao chegar no aeroporto, nossos guias já estavam lá nos esperando para nos dizer com toda simpatia e presteza: Hakuna Matata!”

Do aeroporto até o hotel, já praticamente começamos um safári, porque a quantidade de elefantes, girafas e leões que vimos no caminho era só uma degustação do que nos aguardava nos próximos dias! Como já estava perto da hora do almoço, fomos para o hotel.

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Chegando lá, conhecemos nossa tenda maravilhosa no Sala’s Camp, e depois, recebemos todas as instruções para os próximos dias. Nos deliciamos com um delicioso almoço e fomos descansar, já que às 16h teríamos que nos apresentar novamente para um outro Safári.

Hora de Safári!

No horário combinado estávamos prontos. Cada safári dura, em média,  umas 3 horas, e logo no primeiro passeio já tínhamos visto quase todos os Big Five (leão , elefante, rinoceronte e búfalo), e faltava apenas o leopardo, que nessa região é mais difícil. Com tantas paisagens e belezas naturais, tudo parecia um filme da National Geographic! Os passeios sempre retornam às 19h, quando é servido o jantar, às vezes com um show de Daná Massai.

O safári pode ser feito de diferentes formas, mas independente de qual for a escolha, todos eles saem bem cedo. Às 5:30h, o seu ranger te desperta trazendo frutas, nuts e é claro, os passeios!

O café da manhã pode ser tomado no parque, durante o safári. Depois, volta para o almoço e mais tarde retorna ao parque novamente.

A outra opção é o dia inteiro fazendo safári com o café da manhã também sendo servido durante a aventura, e na hora do almoço se faz um lanche reforçado para retornar ao final do dia e então jantar.

Nós preferimos a primeira opção justamente porque achamos que um dia inteiro direto no parque com 3 crianças seria muito cansativo.

Prepare-se para madrugar!

Umas das partes que é mais desconfortável em um safari é acordar extremamente cedo para quem não está acostumado. Para driblar essa situação com o meu João, que tinha 4 anos, antes de ele dormir eu já colocava a roupa que ele ia sair no dia seguinte, e levava ele roncando para o passeio. Aí, ele ia despertando no meio do caminho.

Nos três dias que ficamos lá, acordamos por volta das 5h30 e tomamos o café com bolachas que o guia levava no quarto. Às 6h, saíamos para ver o dia nascer no parque.

Mas não tem outra saída, pois os melhores horários para o Safári são logo no início da manhã e no final da tarde, quando o clima não está tão quente e a probabilidade de você achar os Big Five é bem maior.

Depois do passeio da manhã, voltávamos para almoçar no hotel e depois aproveitávamos o resto do dia no quarto até as 16h, que é quando acontecia o segundo safári e íamos em busca tanto dos Big Five quanto do pôr do sol. Ao retornar, já tinha um delicioso jantar nos esperando para depois nos recolhermos e começar mais uma jornada no dia seguinte!

O que fazer no Quênia sem ser safari?

Não tem jeito: a lista de prioridades aqui é focada em Safáris, e os passeios também ocorrem no mesmo horário. Mas caso você fique por lá muitos dias, eu acrescentaria mais algumas experiências como:

1. Visitar uma tribo indígena e conhecer seus costumes: é muito interessante para o turista olhar e conhecer um pouco mais sobre esse povo tão bravo e guerreiro que mantém tradições milenares. Fomos com um guia e, no final, eles nos mostraram sua dança típica

2. Passeio de balão: O hotel também pode organizar um passeio de balão. A questão é que esse passeio geralmente acontece nos mesmos horários que os safáris, portanto precisa escolher qual das duas atividades vai preferir fazer no dia. Eu realmente só faria o balão se fosse ficar mais dias por lá.

3. Visitar uma aldeia Maasai: este é um povo semi nômade, que vive praticamente da mesma forma que seus antepassados, mantendo seus costumes e crenças. Vivem basicamente da agricultura e do turismo. O próprio guia faz parte da tribo, e mostra as casas construídas de madeira e folhas e como elas são por dentro. No final desse passeio, chegamos no mercadinho, onde ficamos um pouco sem graça de não levar nada. O custo do passeio é, em média, 20 dólares por pessoa.



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